sábado, 28 de novembro de 2009

O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA AJUDAR A COMBATER O AQUECIMENTO GLOBAL

- Economize energia. Para iluminar a casa, prefira a luz natural. Troque lâmpadas incandescentes por fluorescentes e apague as luzes quando não houver ninguém no ambiente.- Desligue aparelhos domésticos quando não estiverem em uso e compre eletrodomésticos classificados como nível A em eficiência energética. Não deixe os eletrodomésticos no stand-by.



- Não deixe o carregador de celular na tomada enquanto não estiver carregando. Isso também gasta energia.



- Acumule várias peças de roupa para passar tudo de uma vez e, assim, economizar energia. Evite usar o ferro de passar quando muitos eletrodomésticos estiverem ligados, para evitar uma sobrecarga na rede elétrica.



- Instale a geladeira ou freezer em local ventilado e longe do fogão. Evite abrir a porta sem necessidade.



- Procure não utilizar o aparelho de ar condicionado. Se for usá-lo, evite o ligar na potência máxima e mantenha portas e janelas fechadas, para evitar desperdício de energia.



- Regule o chuveiro para a estação verão e evite tomar banhos muito longos. Procure também não tomar banho entre 18h e 22h.



- Evite o desperdício de água, recurso ameaçado com o aquecimento global. Feche sempre a torneira quando não estiver em uso, como na hora de escovar os dentes. Em áreas sujeitas a secas prolongadas, armazene água.



- Coloque uma garrafa pet na caixa de água dovaso sanitário, se ela existir na sua casa. Isso diminui a quantidade de água usada na descarga.- Regule as torneiras da sua casa. O pinga-pinga pode significar um desperdício de 46 litros em um único dia.



- Deixe o carro na garagem e utilize o transporte coletivo e a bicicleta, quando possível. Faça revisões periódicas no seu veículo para reduzir a emissão de poluentes.



- Evite comprar veículos utilitários, especialmente para rodar na cidade com uma única pessoa a bordo. Avalie o grau de eficiência do motor e dê preferência a combustíveis como o álcool e o biodiesel.



- Procure comprar móveis com o selo FSC, que é a garantia de que a madeira usada não veio de desmatamento.



- Ao comprar um imóvel novo, cobre da construtora o uso de padrões ambientais corretos, que aproveitam a água da chuva, usam energia do sol para iluminação e aquecimento, têm climatização natural e não usam madeira de desmatamento na construção.



- Ao comprar comida, priorize alimentos que venham de perto da sua casa e, assim, não levam a uma emissão muito alta de gases-estufa no transporte. Procure saber a origem dos alimentos e o impacto ambiental envolvido na produção – evite consumir carne vermelha que tenha vindo de áreas desmatadas na Amazônia. Prefira embalagens recicláveis.



- Ajude a recuperar o verde de sua cidade. Plante árvores no seu quintal, na sua propriedade rural e até mesmo em áreas públicas.



- Apóie e participe de ações contra a destruição de nossas florestas.- Cuide das praias, que serão afetadas pela subida dos oceanos, e lute contra contruções que estão próximas demais. Peça ao governo que crie unidades de conservação marinhas, pois o oceano ajuda a regular o clima.



- Informe-se e procure entender as causas das mudanças climáticas e suas consequências. Divulgue na sua comunidade estas informações e cobre dos governantes medidas para combater o problema e seus impactos.



- Pressione empresas e governos a substituírem as energias sujas, perigosas e ultrapassadas (combustíveis fósseis, nuclear, grandes hidrelétricas) pelas energias positivas (solar, eólica, pequenas hidrelétricas).



www.greenpeace.org

SEJA UM CONSUMIDOR RESPONSÁVEL

A atual demanda por produtos florestais é grande e insustentável.


É preciso que a sociedade tome consciência disso e incentive a produção sustentável de madeira, exigindo o certificado de que a extração foi feita de forma legítima.


Essa é uma das melhores alternativas existentes hoje para desenvolver economicamente regiões de floresta respeitando-se aspectos sociais e ambientais.

Nós, consumidores, podemos ajudar a proteger a floresta tomando algumas medidas simples, como:


• Comprar apenas produtos de madeira (móveis, material de construção, papel) que tenham o selo FSC de certificação florestal.


• Se você não encontrar produtos com o selo FSC, converse com seu fornecedor sobre a importância do selo para garantir a procedência da madeira e demais produtos florestais.


• De forma geral, antes de comprar um produto de madeira, mostre-se interessado pela procedência do material. Peça garantias de que a extração de madeira não destruiu economias locais, empregou mão-de-obra infantil ou gerou impactos ambientais. Suas perguntas deixarão claro ao fornecedor que os consumidores se preocupam com a extração da madeira.


fonte: http://www.greenpeace.org

SUSTENTABILIDADE E REPONSABILIDADE EMPRESARIAL

Inserção ética e socialmente justificável das instituições.

O conceito de responsabilidade social das empresas é atual e imprescindível para uma inserção ética e socialmente justificável das instituições no mundo moderno. A responsabilidade que exercem no seio da sociedade, como bem destaca a Constituição Federal, tem ampla abrangência e composição multidisciplinar. Designa as efetivas funções exercidas no tocante a valores sociais concretos, como os direitos humanos, o direito do trabalho e o meio ambiente.
O termo, na forma anglo-saxônica, Corporate Social Responsibility (CSR), é recorrente, em especial nas empresas multinacionais e de maior dimensão. Observa um novo critério não-financeiro de avaliação, onde são aferidos, entre outros importantes aspectos, a obediência às normas jurídicas vigentes no país de atuação, respeitando, portanto, o Estado de Direito.
Além disso, observa outros pontos de importância social equivalente, como “gestão de recursos humanos, a cultura da empresa, a escolha dos parceiros sociais e das tecnologias e obriga a uma abordagem integrada das várias dimensões da empresa”, conforme ressalta a professora portuguesa Catarina Serra, da Universidade do Minho.
O desenvolvimento sustentável foi inicialmente identificado em 1987, quando o relatório final dos trabalhos da Comissão Mundial das Nações Unidas para o Ambiente e o Desenvolvimento (Comissão Brundtland) destacou que o desenvolvimento sustentável é aquele que responde às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de responderem às suas próprias necessidades.
Em junho de 2001, o Conselho Europeu de Gotemburgo aprovou a “Estratégia para Desenvolvimento Sustentável”, baseada no princípio de que os efeitos econômicos, sociais e ambientais de todas as políticas devem ser analisados de forma coordenada e tidos em conta no processo de decisão.
E, em setembro de 2002, em Johanesburgo, em reunião mundial sobre desenvolvimento sustentável, promovida pela ONU, o seu então dirigente maior, Kofi Annan, foi enfático ao pronunciar as seguintes palavras: “Não estamos a pedir às empresas para fazerem algo diferente da sua atividade normal; estamos a pedir-lhes que façam a sua atividade normal de forma diferente. ”Esse “iter” de atuação diferenciada vem ganhando corpo principalmente na Europa, onde se verificam iniciativas salutares, que têm o propósito de divulgar o conceito entre os membros da comunidade jurídica européia.Podemos afirmar, entre esse cipoal de iniciativas positivas para fixação do conceito de Responsabilidade Social Empresarial (RSE), que provavelmente a contribuição mais importante tenha sido a apresentação pela Comissão das comunidades Européias, em julho de 2001, do chamado Livro Verde (o documento pode ser consultado em: www.csreurope.org), que acaba por definir a RSE como “a integração voluntária de preocupações sociais e ambientais por parte das empresas nas suas operações e na intersecção com outras partes interessadas”.
É importante frisar que esse documento traz relevantes diretrizes quanto às formas de gestão (a) interna: relacionada com os trabalhadores; e (b) externa: relativa aos “multistakeholders”, ou seja: investidores, parceiros comerciais, fornecedores, clientes e credores.
No primeiro aspecto, vale destacar que as práticas socialmente responsáveis são fixadas no que respeita à saúde e segurança dos trabalhadores, sempre tratando-os como pessoas e cidadãos.
Na gestão de mudança, são priorizados direitos e condições em casos de fusão, incorporação e outras formas de troca de controle administrativo da empresa, no investimento no capital humano e outras práticas relacionadas ao bem-estar e dignidade do trabalhador.
Na outra ponta, práticas ambientais corretas, gestão de recursos naturais explorados no processo de produção, respeito, transparência e lealdade com a concorrência fazem parte do espectro de critérios sociais e ecológicos na agenda diretiva da empresa, relativa ao seu desenvolvimento econômico e estrutural sustentável.
Cumpre destacar que o mais interessante de todo esse procedimento equilibrado e ético de gestão comportamental tem em vista um elemento que lhe é indispensável, qual seja, a voluntariedade deste processo de “boas práticas”, que serve de composto material imprescindível à RSE.
Além da voluntariedade, é importante evidenciar o conteúdo dessas chamadas boas práticas. Esse comportamento, socialmente responsável, não se resume e se limita à observância das leis, até porque todos os cidadãos e empresas, de modo geral, estão vinculados a essa obrigação, nem, tão pouco, exige que as empresas exerçam pura e simplesmente filantropia ou caridade pública.
A RSE transcende ao básico. Na verdade, o que se busca, quando se fala em boas práticas em responsabilização social, é a institucionalização desse conjunto de comportamentos, para que produzam efeitos na reputação da empresa e sirvam à mudança de valores da própria sociedade em que esta está inserida.
Obviamente, no médio e longo prazos, esse conjunto comportamental de boas práticas agirá sobre a rentabilidade da empresa, com repercussões nos preços (mais caros) dos produtos – os chamados “preços éticos”–, onde os consumidores suportariam esses custos, na medida em que tais práticas se reverteriam em vantagens sustentáveis a todos, sejam de natureza humana preservativa e ambiental, sejam com melhoras sensíveis à vida cotidiana e do próprio planeta. Surgirá, portanto, disso tudo, um novo ser social – o cidadão/consumidor pessoal e socialmente responsável.Para colocarem em prática essas medidas, as empresas têm à mão instrumentos individuais de materialização desses valores e medidas.
São os regulamentos que podem abrigar a uma série de políticas internas voltadas a esse objetivo, além dos chamados códigos de conduta e de ética, que atuam como uma espécie de “declaração formal de valores e práticas comerciais de uma empresa e, por vezes, também dos seus fornecedores.
Dessa maneira, percebe-se que empresa socialmente responsável traduz-se como aquela que impõe práticas que se integram àquilo que se chama função promocional do Direito. E esse sistema, pautado na função promocional, nada mais faz do que promover a integração de vários agentes de suporte que compõem o conteúdo da responsabilidade social das empresas, uma vez que entrelaça (chamamos isso de “competência cruzada”) sistemas de todo um universo social, que vai além do simples vetor econômico de lucro que, regra geral, rege as empresas, passando, assim, por outros, como: sistema jurídico, econômico, político, social, cultural e científico, traduzido, ao final, numa espécie de “consciência da empresa”, que auto-regulará seu comportamento sustentável para um bem maior, que é a sociedade da qual faz parte e à qual tem a obrigação moral, ética e social de servir.
Antonio Carlos Aguiar e Marcel Tadeu Silva (Envolverde/Pauta Social)

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Diminuindo a Emissão de Gases

Não são só os carros que emitem gases para a atmosfera [...] Selecionamos algumas ações que qualquer cidadão poderá fazer. Escolha uma delas e dê uma contribuição importante para o futuro de nosso planeta:
  • Tirar os aparelhos da tomada
  • Calibrar o pneu do carro todo mês
  • Reciclar seu lixo
  • Plantar uma árvore (por ano)
  • Comprar produtos com menos embalagens
  • Verificar o filtro de ar do carro

Cada uma destas ações evita que 10 quilos de gás carbônico (em média) sejam jogados no nosso ar todo mês. Isso mesmo, 10 quilos a menos de lixo no ar. Pode parecer pouco, mas quando esse número é multiplicado por 1 milhão de pessoas, evitaremos que 10 milhões de quilos poluam nossa atmosfera. Isso faz a diferença!

Fonte: http://www.cidadaosustentavel.com.br

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

AQUECIMENTO GLOBAL

A atmosfera da Terra é constituída de gases que permitem a passagem da radiação solar e absorvem grande parte do calor (radiação infravermelha térmica) emitido pela superfície aquecida. Graças ao efeito estufa, a temperatura média da superfície do planeta mantém-se em cerca de 15°C. Sem ele, a temperatura média da Terra seria de 18°C abaixo de zero. É benefício ao planeta, pois cria condições para a existência de vida.

Quando se alerta para riscos relacionados ao efeito estufa, o foco é sua possível intensificação e conseqüência para o clima. Quanto maior for a concentração de gases, maior será o aprisionamento do calor e mais alta ficará a temperatura média do globo terrestre.

O aquecimento global é estudado há 25 anos, mas pode-se dizer que só agora a humanidade tomou consciência de que a crise ambiental é real e seus efeitos são imediatos. Antigamente, causas naturais ou antropogênicas (provocadas pelo homem) eram propostas para explicar o fenômeno.

Porém, novas pesquisas científicas consideram que o aumento repentino da temperatura planetária se deve à ação humana, com escassa contribuição de qualquer outra influência da natureza. Até os ecocéticos aceitam agora a idéia assustadora de que o tempo disponível para evitar a catástrofe global está perigosamente curto.



A principal evidência do aquecimento global vem das medidas de temperatura de estações metereológicas em todo o globo. Os dados mostram que o aumento médio da temperatura foi de 0,6+-0,2 C durante o século XX. Os maiores aumentos foram em dois períodos: 1910 a 1945 e 1976 a 2000.

Evidências secundárias são obtidas por meio da observação das variações da cobertura de neve das montanhas e de áreas geladas, do aumento do nível global dos mares e das precipitações, da cobertura de nuvens, do
El Niño e outros eventos extremos de mau tempo durante o século XX. Fonte: IPCC

"Pela primeira vez desde que começaram as medições, no século XIX, o termômetro chegou aos 40º em diversas regiões temperadas da Europa e dos Estados Unidos. A Somália foi castigada pelas enchentes mais devastadoras do último meio século. A calota gelada do Ártico ficou 60.400 quilômetros quadrados menor – ou seja, uma área equivalente a duas vezes o estado de Alagoas virou água e ajudou a elevar o nível dos oceanos.

Na China, a pior temporada de ciclones em uma década resultou em 1.000 mortes e 10 bilhões de dólares em prejuízos.

Na Austrália, o décimo ano seguido de seca impiedosa agravou o processo de desertificação do solo e desencadeou incêndios florestais com virulência nunca vista". Fonte:
Revista Veja

Estudos estimam que, mantido o ritmo atual, a temperatura média da Terra subirá entre 2 e 4,5 graus até 2050.

O debate científico não é mais sobre em que momento dos próximos cinqüenta anos o aquecimento global se abaterá sobre nosso pobre planeta, mas sobre como escapar da arapuca que nós próprios armamos para as futuras gerações.

Acredita-se que o acontecimento seja devido ao uso de combustíveis fósseis e outros processos industriais, que levam à acumulação na atmosfera de gases propícios ao Efeito Estufa, tais como o
dióxido de carbono, metano, óxido de azoto e os CFCs.

Para evitar a piora da situação, seria preciso parar de bombear na atmosfera esses gases, resultantes da atividade humana. Eles formam uma espécie de cobertor em torno do planeta, impedindo que a radiação solar, refletida pela superfície em forma de calor, retorne ao espaço. É o chamado efeito estufa, e a ele cabe a responsabilidade maior pelo aumento da temperatura global.

http://portaldovoluntario.org.br/

SUSTENTABILIDADE: DO QUE SE TRATA?

Diante de tantas mudanças climáticas e após colocar em risco a própria existência do planeta, a sociedade percebeu que era mais do que necessário, ou seja, imprescindível, criar mecanismos que possam reverter a situação, ou pelo menos amenizá-la.

Muito tem se falado a respeito de sustentabilidade afinal, é um termo que está na moda, mas o que pouca gente sabe é o que a sustentabilidade de fato representa.

Muito além do modismo, a sustentabilidade não é só estratégica para as empresas, mas é sem dúvida a garantia de sua sobrevivência, é uma filosofia, para a qual diante das circunstâncias atuais e das conseqüências alarmantes que toda nossa falta de preparo provocou, não podemos simplesmente virar as costas neste momento.

O conceito foi introduzido no início da década de 1980 por Lester Brown, fundador do Wordwatch Institute da ONU, que definiu comunidade sustentável como a que é capaz de satisfazer às próprias necessidades sem reduzir as oportunidades das gerações futuras.” (CAPRA in TRIGUEIRO, 2005, 19). Assis, “desenvolvimento sustentável”, quer dizer desenvolvimento continuado. A partir de então, o termo sustentabilidade é utilizado compreendendo todas as atividades humanas.

Sustentabilidade é a capacidade de se auto-manter. Assim, uma atividade pode ser considerada sustentável quando é capaz de manter-se por um tempo indeterminado, sem nunca se esgotar. (PHILIPPI, 2001).

Uma sociedade sustentável, por exemplo, é aquela na qual os recursos naturais dos quais depende para sua sobrevivência não são colocados em risco. Ou seja, uma sociedade sustentável faz uso da água, do solo, do ar e da vida vegetal e animal de forma que estes jamais se esgotarão, utilizam os mesmos ao mesmo tempo em que criam ações que visam preservá-los para o uso no futuro.

A sustentabilidade aponta para um novo modelo de desenvolvimento e pode ser encarada como um processo pelo qual as empresas e principalmente as pessoas adquirem uma nova cultura, a cultura das atitudes sustentáveis.

A atitude sustentável é aquela praticada, quando adquirimos o que podemos chamar de pensamento sustentável, que vem a ser a ponderação dos seus atos cotidianos e o impacto que cada uma dessas ações tem no meio-ambiente e na própria sociedade. Ciente, este indivíduo ou organização passa a adotar medidas e evitar os velhos hábitos rotineiros com o intuito de evitar ou reduzir estes impactos, isto é ser sustentável.

Ter atitudes sustentáveis vai muito mais além das lâmpadas econômicas, aeradores nas torneiras e separação do lixo reciclável, sabemos que essas ações são importantes sim, mas para ser sustentável é preciso ter uma visão macro do que é a sustentabilidade, onde atitudes aparentemente pequenas produzem resultados surpreendentemente eficazes.

A sustentabilidade tem como base o apoio em três pilares principais que precisam estar alinhados para manter-se equilíbrio e tornar possível atingir os objetivos propostos.

Esses três pilares são o crescimento econômico, responsabilidade social e a preservação ambiental.

Percebe-se, então, que a sustentabilidade envolve tanto a integridade ambiental quanto a prosperidade econômica e a responsabilidade social.

Trecho do livro Eco Sustentabilidade: dicas para tornar você e sua empresa sustentável, de autoria de Evandro Razzoto.
 

Agncia Trevo